8 de nov. de 2015

Eu Fico Loko 2 - Christian Figueiredo


Descrição do livro

Tô de volta, meus lokões e lokonas! Pra deixar vocês ainda mais ligados nas minhas aventuras!
Como todo adolescente, eu já aprontei bastante e sobrevivi a muitos sentimentos. Alguns deles eu descrevo nos vídeos do canal EU FICO LOKO, onde tem uma galera que me acompanha. Outros, guardo para estes encontros especiais que tenho com vocês, através dos meus livros.
Viagens, escola, festas, namoros, amigos, família, Copa do Mundo… cada um desses assuntos traz ótimas recordações. E muitos segredinhos, também.
Se você gostou das histórias do meu primeiro livro, vai ficar ainda mais ligado nas situações que reservei para esta continuação! Ou, como eu adoro dizer, “As histórias que tive medo de contar” no último livro.
Ficou curioso? Então chega mais!

A Menina Que Roubava Livros

A Menina Que Roubava Livros - A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.